O Twitter não é novidade pra mim. Como quase sempre acontece com as novidades da Internet, quem me convidou foi o InterNey, quem conheço de loooonga data (não vamos divulgar porque denuncia a idade, né não, Ney? rs) e eu aceitei logo. Passei um tempinho sem tuitar mas nunca larguei porque considero essa ferramenta um tipo de válvula de escape divertida - ou considerava, até certo tempo atrás.
Acontece que o Tuíter ficou popular e chique, tudoaomesmotempoagora (grandes Titãs) e virou um grande mix de Messenger com orkut... Nada contra os famosos que gostam (ou querem apenas estar in) ou contra meus amigos e conhecidos com quem converso por ali, de jeito nenhum; mas surtar e mandar o chefe tomarnokoo começou a ficar feio, tanto quanto dar reply a um famoso que você segue desde priscas eras e não ser mais respondida ficou comum. Ah, eu sinto saudades de quando o Tuíter era um lugar de geeks e geeks-to-be e todos falavam o que bem queriam, fosse o assunto sério, surtado, divertido ou simplesmente um "caguei tão mole hoje que achei que fosse morrer no vaso".
Acontece que o Tuíter ficou popular e chique, tudoaomesmotempoagora (grandes Titãs) e virou um grande mix de Messenger com orkut... Nada contra os famosos que gostam (ou querem apenas estar in) ou contra meus amigos e conhecidos com quem converso por ali, de jeito nenhum; mas surtar e mandar o chefe tomarnokoo começou a ficar feio, tanto quanto dar reply a um famoso que você segue desde priscas eras e não ser mais respondida ficou comum. Ah, eu sinto saudades de quando o Tuíter era um lugar de geeks e geeks-to-be e todos falavam o que bem queriam, fosse o assunto sério, surtado, divertido ou simplesmente um "caguei tão mole hoje que achei que fosse morrer no vaso".
Mas a minha vontade de escrever sobre isso aumentou ontem à noite, quando o @santoEvandro (que faz o personagem Christian Pior no Pânico na TV) fez um desabafo sobre seu fake e as situações que estavam acontecendo por conta disso, coisas ditas pelo fake e atribuídas a ele pela imprensa e outras situações desagradáveis. Como eu disse a ele na hora, fakes são sinais de admiração e/ou inveja, o que acaba dando na mesma, no fim das contas, mas nem por isso deixam de ser um problema para as pessoas públicas. Em resposta ao desabafo dele, alguns disseram que a internet é uma putaria e outros disseram para não se preocupar, mas a grande maioria mesmo xingou a pobre da World Wide Web - o porquê eu sinceramente não sei e não compreendo. Esse tipo de resposta só me leva a crer que as pessoas ou entidades por trás delas pensam "ah, isso aqui é uma merda, uma putaria só, mas o povinho gosta então vamos lá aparecer". A questão é que, a partir daí, não tenho o menor interesse em seguir (ou mesmo assistir, no caso dos famosos) a quem tem este tipo de pensamento. Por que? Porque eu gosto mesmo é de quem tem talento e faça diferença através do que diz, representa ou canta, mas não de quem se prostitui, segundo sua própria crença, em troca de migalhas, seja na quantidade que for.
Poderia dar exemplos de gente que sigo (ou que nem sigo) positivos e negativos, mas eu não sou juíza de nada, não quero ser - teria me formado e feito concurso caso quisesse, e claro que teria passado de primeira - e nem me acho no direito de fazê-lo. Cada um que vista sua carapuça, se for o caso, mas esse blog ainda é meu e eu ainda falo o que eu quero por aqui, desde que não cometa nenhum tipo de crime, right? Como não xinguei ninguém, acho que estou salva de um processo (até porque sofrer processo por calúnia, difamação ou injúria nem está nos meus planos, babies), então tá bom. Ao menos estou de volta às minhas palavras tortas e mal escritas.

