A gente trabalha fora, às vezes ganha mais do que o marido/namorado/ficante, sabe tudo sobre política, economia, história e até mesmo futebol...
...mas continua morrendo de saudade deles e querendo que cheguem logo, pra encontrar a casa arrumadinha, a comida feita e a gente cheirosa, gostosa e pelada em cima da cama.
E tenho a leve impressão de que, um dia, minhas netas vão chegar a esta mesma conclusão.
(post inspirado em conversa com a Cau, mais cedo.)
Um comentário:
tá no DNA
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