Será que eu posso fazer alguma coisa?

Acho que todo mundo passa por isso diariamente, mas mesmo assim não deixa de ser inquietante e não se torna menos importante: "Será que tem mais alguma coisa que eu possa fazer?", todos nós nos perguntamos, em várias situações, todo dia, toda hora. Algumas vezes nem tem tanta importância assim; em outras, a resposta a essa pergunta é fundamental.

Tenho me perguntado isso em relação a diversas coisas ultimamente, e hoje me perguntei isso, há pouco. Essa última foi uma daquelas cuja resposta é importante, do tipo que te deixa pensando nas conseqüências do sim ou do não - porque não há talvez, nesses casos - e em todos os 'se's que fazer ou não fazer algo a mais pode trazer...

... e respondi que não, não há mais nada que eu possa fazer. Por mais que eu tivesse idéias quanto ao sim, por mais que eu até quisesse responder que sim e que esse sim fizesse alguma diferença. Se não faz diferença fazer ou não alguma coisa, então eu não faço - até porque se terceiros estão envolvidos, o melhor do meu sim pode ser apenas "a tiny rat's ass" pros outros, então melhor saber que não. Já fiz o que podia e fazer mais pode ser over, e eu cansei de ser over all the time. Low profile, that's my new last name - ao menos em certos aspectos.

É claro que eu vou ficar pensando no assunto, mesmo achando que deva ficar na minha. Mas quero manter o meu não.

Comentários

1worklover disse…
É normal querermos fazer alguma coisa para melhorar o mundo, as pessoas, nós mesmos. Entretanto, nem sempre as ferramentas para fazê-lo estão ao nosso alcance, ou mais, devemos interceder para tal fim.

Às vezes, é melhor agir como os Santos, q apenas ajudam a quem pede, q parecer o Capeta, q se oferece sempre q pode.

Não q seja o seu caso, mas o mundo pode nos interpretar equivocadamente.

Não sei se vc entendeu...

Beijos!
Fernando Cury disse…
Ah Minina!!!

Não é não!!! e pronto... bate o pé! rsrsrs

bjos
Fênix disse…
na dúvida, deixa quieto.
se doar demais não é bom, cansa e, muitas vezes, não recompensa.
bjs!
Aline T. H. disse…
Andre, eu acho q me especializei em ser interpretada equivocadamente, rs. Mas vc tem toda a razão, mesmo que, nesse caso em especial, as conseqüências do meu 'não' caiam diretamente sobre mim... e não serão boas, pode acreditar. Mas como vc mesmo disse uma vez: life's a bitch, and then, we die... É claro que eu entendo, e vc tb não fique preocupado com isso, é um desabafo Denorex ;-) Bom te ver 'ativo' de novo =)

Fernando, sempre fui teimosa, rs. Um dos meus grandes defeitos. Ou qualidades, dependendo do caso...

Fênix, vc tem toda razão, amiga. Mas no caso em questão eu precisava fazer alguma coisa, fiz e decidi q seria a única. Se a meleca espirrar, vem em mim, na cara. Mas vou deixar correr sem mudar minha decisão...

Beijos a vocês.
Helen disse…
A 'tiny rat ass' é uóóótemo! É a síntese do que os outros pensam a nosso respeito :) Sabe o que é preciso? Devolver a mesma importância.

beijoka!
Diego disse…
achei muito pertinente seu post! bacana mesmo... mas acho que quando respondemos não é que nos falta disposição e boa vontade para fazer algo mais, no sentido que chegamos ao limite dos nossos conceitos e de nosso comportamento, e manter a coerência é fundamental!

=)
Aline T. H. disse…
Helen, é uma expressão bem british, tem um episódio do Friends q a Phoebe usa e eu adoro! Mas eu sou uma pessoa muito calma, não sei se consigo devolver assim. Anyway.

Diego, obrigada. E acho que vc tem um pouco de razão, mas nesse caso, foi mesmo uma coisa de 'estratégia' mesmo...

Bejijocas, babies!
[ r ê ] disse…
Oi moça!

eu apareci!rs

Olha, eu acho que o mínimo que a gente faz pode parecer pouco pra gente, mas pra quem você ajuda isso pode significar o mundo...

[acho que eu entendi, tô meio com sono ainda, tá?...rs]

mas é o que eu acho!

olha, sabe que eu acho que teu jeito é muito parecido com o meu de ser, o deu falar tudo sem nem pensar...tô pra te dizer isso faz tempo, mas acaba passando...rs

beijocas moça, e não pense que seus comments passaram em brancas nuvens esses dias, pois não passaram

;)
Aline T. H. disse…
Oh, querida, ainda bem, tava sentindo tua falta! Eu tb já tinha achado que éramos bem parecidas, rs.

E quanto a quem ajudamos e aos nossos próprios sentimentos quanto a isso, é uma coisa sempre a se pensar, mas vale a consciência tranqüila sempre!

Beijos e welcome back!!

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