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Mostrando postagens de Dezembro, 2008

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Eu não gosto de deixar nada pendente que possa ser resolvido. Bem, claro que algumas coisas fogem do controle e não dependem só de nós para serem resolvidas (e normalmente são estas coisas que eu mais detesto), mas procuro resolver tudo que posso, assim que posso. E é por isso que eu resolvi fazer um quadro de recados aqui, neste post, nesta Casa, de coisas que eu preciso dizer - mas sou covarde o suficiente pra colocar aqui sem destinatários determinados. Me processem, ora.

Tem recado pra quase todo mundo, tem recado pra mim. Tem recado pra quem não vai ler, tem gente que vai tomar pra si o recado de forma errônea, tem quem vá ler e achar que não é consigo. I don't care. Eu vou deixar os recados aqui, leia quem quiser, não leia quem não quiser - a minha parte estará feita, mesmo que da maneira mais covarde do mundo. E assim vou começando a dar tchau pra 2008, que nem odeio, mas também não amo. Foi diferente, foi bom, foi ruim, foi um ano cheio, mas foi. E que venha 2009 com muita …

Ainda a tempo!

Eu tenho que dar um presente hoje. E como não sou das que nega presente - ou promete e não dá - ei-lo aqui. Não sei se é dos melhores, mas é de coração!

Quando eu tinha a idade dela, a vida tinha mais cor e mais sabor, com certeza. É claro que as dúvidas eram todas questões existenciais e eu achava que ia morrer a cada dia que não saísse como eu esperava, mas ainda assim tenho saudades de vez em quando. Eu a vejo com um rostinho tão delicado e, ao mesmo tempo, tão cheia de força. Quase um rosto angelical, mas um jeito que diz o contrário - no melhor sentido de todos! Um dark quebrado por mil cores e não só no lêiáute dela.

Sinceramente, não sei o que pode ser presente pra ela, vindo de mim escrevendo. Eu já consegui ser mais sincera como ela, me apaixonar mais pela vida e pelas coisas simples dela (pelo que sei, o Subway é uma destas paixões) e ter mais raiva e mais tristeza - acredita, menina, são fundamentais à boa existência e às alegrias que vêm logo depois! - e eu era mais feliz.

Vo…

Just a song for the night

Só uma frase da letra: I just want to misbehave!

Porque hoje estou mesmo a fim de encher isso aqui de baboseira!

Bem, eu estou até emocionada. Parece que terei folga. Mas nem contem pra ninguém, já que pode dar zica e olho grande é o que não falta... Deve ser por isso que estou tão prolixa. Cruz em credo.

De qualquer forma, esta merda aqui ainda é minha e eu ainda faço dela o que eu quiser, então vou escrever o quanto de abobrinha me der na telha. Nem leiam, é perda de tempo. Peguem aquele livro que ganharam no Natal - ou aquele que está criando fósseis de mosquitos na cabeceira e vocês nem abrem - e leiam, vai ser muito melhor. Eu avisei.

O dia hoje está meio universo paralelo, em todos os sentidos. O dia de trabalho foi normal (talvez o primeiro em quase três meses) e agitado, sem crises de stress. Tive dois e-mails respondidos por quem menos esperava resposta, ao menos hoje em dia. Estou com sono apesar de ter dormido por 19 das 24h do dia de ontem. Chove e nem estou down. Enfim, é tudo muito estranho no dia de hoje... Só me faltam duas ou três coisas pra acreditar que, daqui a um minuto, vou e…

Quase sempre...

Relendo o post aqui debaixo, só me vem uma coisa na cabeça: puta que pariu, como eu escrevo mal quando fico menos fria.

Pela atenção, obrigada.

Uma grande figura de linguagem

Bem, o dia de Natal está a poucas horas de ir embora, então voltemos ao meu normal. Sim, ao meu normal, porque quanto ao normal de cada um, eu entendo cada vez menos.

Lendo o texto-presente que a Taynar escreveu pra mim e eu amei (até chorei quando vi que era meu presente, apesar de não ter sabido antes dela dizer), fiquei orgulhosa. E morrendo de vergonha. Sim, tudo-ao-mesmo-tempo-agora, como canta Paulo Miklos (ou Arnaldo Antunes, não me lembro bem) naquela música. Eu sou muito daquele jeito e, conforme ela me disse depois que li, "é a tua cara, mulher!". Eu até acredito que seja a minha cara pro mundo e, de vez em quando, pra mim também. Detesto amarras no sentido ruim da palavra - há amarras boas, que nem machucam - e odeio esperar, mas disso todo mundo já sabe. O problema todo reside em ainda me ver presa a estas coisas de vez em quando.

Eu sou aquela, mas sou muito diferente dela em alguns momentos. Eu questiono e não entendo as coisas e as pessoas, mas me amaldiçôo cada…

Merry Christmas!

Não vou ficar aqui desejando todos os clichês básicos mas verdadeiros pra este Natal, pra vocês, não: saúde, paz, felicidade, tudo de bom... Vou desejar mais. Desejo que Papai Noel tenha trazido um saco cheio de risadas, de lágrimas e de momentos inesquecíveis a todos, sejam de que tipo forem. Desejo que todos sintam-se beijados e amados, abraçados e felizes, comam bastante rabanada (eu amo rabanada e comi até passar mal ontem!) e durmam felizes e agradecidos por estarem neste mundo que, às vezes, é tão injusto e ingrato, mas até consegue ser bom e feliz.

Feliz Natal, babies.

I don't kill dogs, but that's me

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Me digam se eu não mereci o prêmio de Melhor Fantasia Feminina?! Claro que mereci!Enfim, a Lekkerding acertou de primeira, essa menina - poxa, só porque eu tenho cara de má e adoro ser perua?! E vocês, gostaram?Amanhã eu posto alguma coisa. Hoje é só a foto pra comemorar o prêmio - e o fim de semana MARAVILHOSO que eu tive. É bom demais ter amigos =)

End-of-year Quickies (ao menos elas, ao menos aqui!)

Eu hoje aluguei a minha fantasia pra festa de sábado que vem - festa à fantasia num hotel fazenda divino, com vários amigos que não vejo há muuuuito tempo - e AMEI. Não é a Tempestade como eu queria, já que aqui no Rio ninguém tem pra alugar e não tive tempo de mandar fazer. Bem, nem as minhas unhas eu ando tendo tempo de mandar fazer...

Mas voltando ao assunto fantasia: aluguei e é demais. Claro que ninguém vai saber qual é antes do dia. Mas eu prometo tirar 581.936 fotos e mostrar ao menos umazinha aqui, quando voltar. Pra quem quiser imaginar, basta saber que eu não sou nada menininha, detesto rosa, tenho a maior cara de pau de todas nestes casos mas continuo odiando minhas pernas - entonces, babies, não é curta. É de um personagem conhecido de desenhos/filmes. É chic, luxuosa e excêntrica. E pronto, que daqui a pouco eu acabo dizendo quem é.

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Hoje eu vi uma destas Kombis nojentas (velhas e caindo aos pedaços) que fazem o &…

Chandler

Pra quem não sabe (duvido que ainda haja um), eu amo Friends. Amo amo amo. Assisti a todos os episódios, sem exceção. Como tudo que a gente gosta na vida, sempre há momentos mais marcantes e que a gente goste mais.

Um dos meus episódios preferidos é o "The One With The Jellyfish" - eu sempre me acabo de rir quando assisto, não importa que já o saiba praticamente de cór. Mas uma das coisas mais engraçadas deste episódio, pra mim, é o Chandler atrás da porta, quando a Rachel sai gritando pro Ross, após brigarem, "just so you know, it's not that common, it doesn't happen to every guy and IT IS a big deal!" e ele sai de trás da porta, apontando pra ela e grita "I KNEW IT!!!". A-do-ro!

Anyway, por que citar o episódio que mais gosto de Friends? Simples: eu ODEIO usar essa frase, por mais que ame quando o Chandler a grita. Detesto mesmo, porque ela sempre vem acompanhada de um sentimento de eu-sabia-que-seria-assim-e-mesmo-assim-fiz-burrada. É claro que a…

Isso não é um post

Eddie Vedder canta "I'm still alive" e eu juro que gostaria muito de cantar junto, mas não posso - já passa das onze e o prédio inteiro acordaria, se eu o fizesse tão alto quanto tenho vontade. Chovia bastante quando eu saí do trabalho hoje, mas eu não podia pegar chuva com a sandália que eu usava, já que podia cair e pá: olha a merda feita, a mulher enorme com pé torcido e chorando em público, que nem uma retardada. Fiz duas medidas de brigadeiro há uns vinte minutos, mas não posso comer porque engorda e nem faz crescer. Queria muito mandar meu chefe catar coquinhos e a vaca que trabalha comigo à merda, mas não posso porque dá processo. Algumas pessoas que conheço merecem ouvir umas verdades, mas não posso dizer porque não tenho nada a ver com a vida delas, teoricamente falando. Eu quero mandar tanta gente, mas tanta gente, se enxergar (no bom e no mau sentido)... Mas quem sou eu pra mandar qualquer coisa?

Eu tenho opiniões formadas, princípios, sonhos e propósitos, mas …

Breakdown

E aconteceu o que era resultado óbvio de tudo que vêm acontecendo. E foi ruim, e doeu e ainda dói. E dá medo, muito medo mesmo, porque eu ainda tenho muita coisa pra fazer. E hoje vi que deixar de viver enquanto se tem saúde e vida pela frente é tão imbecil quanto não ir recolher o prêmio da Mega Sena que você ganhou.

Depois de hoje, eu quero mais é viver, chorar, rir, brincar, sofrer, amar, quero tudo de uma vez e quero já. A cada dia um pouco de cada coisa. Porque a gente não sabe até quando vai poder escolher entre sair na rua ou se esconder embaixo da cama, até quando vai ter condições de dar-se ao luxo de estar de mau humor, até quando um cansaço será um cansaço curável com uma noite de sono bem dormida.

Pode parecer sem sentido pra quem lê. Foda-se. Pra mim, faz todo sentido.

Uma história muito boba

"Tuas costas estão vermelhas, pára de coçar!", ele deu a ordem. Ela sorriu e arranhou mais forte, como uma criança fazendo pirraça pra chamar a atenção dos adultos, e ele acabou rindo dela e pulando em cima pra fazê-la parar - era tudo que ela queria e ele sabia, claro. Depois das risadas e da briga e ele conseguir imobilizá-la, ficaram se olhando por um tempo, sem dizer nada. Ela resolveu quebrar o silêncio com um convite: "Vamos pra praia logo, o dia tá lindo", e deu-lhe um beijo como quem pede licença pra ser libertada - não que o silêncio fosse ruim ou aquela prisão temporária a incomodasse, mas ela sabia o quanto ele gostava de praia e também queria se jogar no mar naquela tarde tão linda e quente.

Na praia eles pegaram um pouco de sol, leram livros, beberam cervejas e caíram no mar até ficarem com os dedos murchos. Juntos e separados. É claro que jogaram areia um no outro e acabaram parecendo duas crianças bobas, dentre outras diversões, já que não cresceriam …

It's 31, baby...

Eu ontem mesmo ouvi que pareço mais nova do que a minha idade - e não só um ano, mas dois a quatro anos. Talvez tenha sido o sorriso simpático ou as gargalhadas resultantes da cama elástica e do Futebol de Sabão - aliás, não sei como vivi até ontem sem pular numa cama elástica, é algo libertador! - mas eu parecia mais nova mesmo. Queria ver alguém dizer que eu pareço mais nova quando estou de mau humor, mas não darei chances, é claro.

31 anos. Quando era pequena, ficava me imaginando "velha", com 23 anos que completaria no ano 2000... Chegar aos 31 anos com um tanto de bagagem que eu chego é, ao mesmo tempo, muito bom e muito ruim: a parte boa é que tomo menos sustos com as coisas que acontecem; a ruim é que eu talvez não me surpreenda tanto com as coisas, seja por não serem mais novidade ou porque eu não me deixe surpreender, resguardada que fico. Mas sempre tem alguma coisa pra nos provar que ainda temos muito a ver, viver e aprender na vida... Hoje sou muito melhor que há …

101 things about me

Eu vi ali e já tinha visto em algum lugar... E resolvi fazer. Ah, é elucidativo, vai!


1- Eu não gostava do meu nome quando era criança porque começava com A e eu era sempre a número 2 ou 3 da chamada. Muito cedo!

2- Eu fecho os olhos quando gosto da música, principalmente quando canto junto;

3- Eu acordo num mau humor desgraçado, quase sempre;

4- Quando não acordo de mau humor é porque dormi bem - ou não-dormi bem;

5- A parte que eu mais gosto em mim, esteticamente, é a minha boca;

6- Detesto minhas pernas;

7- Eu queria ser Matemática até os 15 anos, quando um professor me deu dois zeros seguidos. Injustamente;

8- Sou super sociável e conheço pessoas em qualquer lugar, se eu estiver no humor apropriado;

9- Sou a mais antipática das pedestres;

10- Era a mais chorona das meninas;

11- Hoje em dia, só choro de raiva, e olhe lá;

12- Quando fico triste, fico muda;

13- Tenho uma memória prodigiosa;

14- Cada pessoa que conheço tem uma música que me faz lembrá-la - ao menos as com as quais me importo, mas n…

Sem pé, nem cabeça, muito menos sentido

Eu liguei o foda-se, sim. Mas não liguei completo, é fato. Eu não consigo ligar o foda-se a 100% se não puder falar o que quero, pra quem quero e quando quero. Aí leio textos que gritam "FODA-SE!" e fico me roendo por dentro, querendo fazer igual, e não consigo, simplesmente travo. Dá tilt na máquina, nem Ctrl+Alt+Del adianta, só o reset button faz andar de novo. E quando se aperta o Reset, nada foi salvo.

Ah, as linhas tênues que separam a genialidade da loucura, o ser encantadora do ser imbecil, a mágica do ilusionismo, o ar blasée da tristeza sem graça. Há quem não as veja, as tais linhas - eu gostaria de não vê-las ou, ao menos, de não criá-las dentro da minha cabeça torta e tão pensante. Eu crio linhas, limites e divisas em tudo, sempre móveis e diminuindo meu espaço. As minhas linhas tênues são mais fortes do que as divisas pintadas em vermelho no Mapa Mundi, são mais limítrofes do que a calça strech que eu adoro, são mais opressoras do que a religião. Mas eu invento as…

Tempo, tempo, tempo, tempo...

Uma das coisas que me incomoda muito em não ter tempo pra nada que não seja trabalho é não conseguir comentar nos blogs das pessoas aqui do lado. De verdade. Não é descaso, gente, eu juro! Mas lá no office não dá pra abrir blog, é foda... E chego em casa, tem trocentos mil posts e fico pensando: "po se eu comentar só nesse, as outras pessoas podem ficar chateadas". Enfim, eu sou doida assim mesmo =)

Claro que não conseguir falar com meus amigos quase nunca, não conseguir comprar presente pro amigo oculto e muito menos minha fantasia pro fim de semana do dia 19 (chalé pra dois num puta hotel-fazenda, shall we?), que PRECISO ter, também é muito ruim. Ok, eu estou viva de novo mas vamos com calma, né? Devagar se vai ao longe e too much communication ainda não é bem-vinda. Mas com calma, com parcimônia (Rui, eu te amo!) a gente chega lá.

E a vaidade? Hoje que fui secar meu cabelo, amanhã QUEM SABE fazer as unhas... Tou me sentindo um lixo, viu. Mas decidi que não deixo mais ficar …

Late Night Quickies

Tenho a ligeira impressão de que voltei a viver hoje. Ligeira, ainda. Já até sinto sangue correndo nas veias. Até sarcasmo teve hoje, vejam só!

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E eu começo AGORA a lembrar: dia 7, babies. Tá chegando. Preparem os parabéns, no mínimo - não gosto de presentes caros, mas adoro mimos em geral. "Se eu pido, sou pidão; se não pido, não me dão", como diz meu pai.

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Eu adoro dar presentes, é fato. Adoro de verdade! Adorei os últimos que ganhei (obrigada, cavalheiros, estou curtindo um bocado!) e espero que os que dei agradem. Na verdade, só um não sei se vai agradar, mas espero feedback. Porque eu sou professora, tem que ter feedback!

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Hoje eu quis bater nos pés do Washington e na cabeça do Luis Alberto. E dar um óculos de presente pro Fernando Henrique, que golpe de vista de cu é rola... Mas até que o empate foi melhor que deixar o São P…